Depois do sábado sangrento e de um domingo relativamente calmo, a semana começa no Irã. Na sexta-feira, o aiatolá Khamenei havia prometido levar polícia às ruas e repreender os manifestantes que ousassem questionar o governo. Cumpriu sua promessa. As manifestações continuarão?
Um dos caminhos cogitados pela oposição é o de greve geral. Eles sempre retornam aos dias da Revolução Islâmica. Quando o xá respondeu com a polícia, ficou mais difícil levar gente à rua. Mas instauraram uma greve. Se os estudantes, impetuosos por serem jovens, continuam saindo apesar do risco de morte, não bastam apenas eles. Uma greve tem a qualidade de inviabilizar o país se arriscar a vida.
Mas há um protesto marcado para hoje: uma vigília com velas em homenagem aos mortos simbolizados pela jovem Neda Agha-Soltani, jovem com algo entre 26 e 27 anos cuja morte foi filmada por duas câmaras diferentes. Neda já é verbete na Wikipedia, tem página memorial no Facebook e é assunto recorrente no Twitter – hashtag #neda.
As imagens e os videos abaixo estão no blog Revolutionary Road , mostrando a coragem do povo iraniano ao enfrentar a repressão e depois toda a violencia desta força policial.
Um dos caminhos cogitados pela oposição é o de greve geral. Eles sempre retornam aos dias da Revolução Islâmica. Quando o xá respondeu com a polícia, ficou mais difícil levar gente à rua. Mas instauraram uma greve. Se os estudantes, impetuosos por serem jovens, continuam saindo apesar do risco de morte, não bastam apenas eles. Uma greve tem a qualidade de inviabilizar o país se arriscar a vida.
Mas há um protesto marcado para hoje: uma vigília com velas em homenagem aos mortos simbolizados pela jovem Neda Agha-Soltani, jovem com algo entre 26 e 27 anos cuja morte foi filmada por duas câmaras diferentes. Neda já é verbete na Wikipedia, tem página memorial no Facebook e é assunto recorrente no Twitter – hashtag #neda.
As imagens e os videos abaixo estão no blog Revolutionary Road , mostrando a coragem do povo iraniano ao enfrentar a repressão e depois toda a violencia desta força policial.

Neda Agha Soltan.




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